Matricula em atraso, pegue seu dinheiro de volta

Agosto 7, 2009 por caicom

A Univali divulgou a prorrogação da matrícula, veja o edital abaixo. Pegue seus R$ 100,00 de volta.

C O M U N I C A D O

A Universidade do Vale do Itajaí, em reunião ocorrida no dia 07 de agosto de 2009, decidiu e comunica aos interessados que ainda não realizaram ou confirmaram suas matrículas, sobre a alteração do dos procedimentos descritos no Edital 042/ProEn-SecEx/09 que divulga o calendário e procedimentos para a realização de matrícula dos alunos veteranos dos cursos de graduação ofertados em regime regular, conforme segue :

1. O prazo para o atendimento de todas as condições suspensivas do processo de matrícula (formulação da programação acadêmica, devolução do contrato devidamente assinado e pagamento da primeira parcela do contrato) originariamente estabelecido para o dia 17/07/2009, foi excepcionalmente prorrogado aos interessados em elaborar a matrícula para o segundo semestre letivo do ano de 2009 (2009/II) para o dia 14 de agosto de 2009 (14/08/09) .

2. Os procedimentos a serem observados para a realização da matrícula até o dia 14 de agosto de 2009 serão os mesmos exigidos no Edital 042/ProEn-SecEx/09 .

3. Findo o prazo da prorrogação em caráter excepcional, ou seja, após o dia 14 de agosto de 2009, o aluno que não efetuou a sua matrícula (programação acadêmica, assinatura e devolução do contrato e o pagamento da parcela confirmatória da matrícula) poderá requerer matrícula em atraso, seguindo-se os mesmo procedimentos indicados no Edital 042/ProEn-SecEx/09 .

NÃO SERÁ REALIZADA NOVA PRORROGAÇÃO DO PERÍODO REGULAR DE MATRÍCULA.

4. O processo de reformulação de matrícula também será prorrogado até o dia 14 de agosto de 2009.

5. Quem já efetuou o requerimento de matrícula em atraso com o efetivo pagamento (R$ 100,00), poderá requerer a sua devolução em conta corrente/poupança ou, caso não faça requerimento neste sentido até o dia 14/08/2009, será creditado o respectivo valor na parcela da semestralidade que se vence no mês de setembro de 2009.

6. Para quem pretender a devolução da quantia em conta corrente/poupança, o procedimento será o seguinte :

a) Dirigir-se até a Secretaria Acadêmica do seu Centro/Campus até o dia 14 de agosto de 2009, durante seu horário de funcionamento;

b) Preencher o formulário Requerimento de Restituição de Valores, incluindo nome, CPF, banco, agência e conta corrente ou poupança para a efetuação do crédito;

Itajaí, 07 de agosto de 2009.

Prof. José Roberto Provesi

Reitor

A cota de sucesso da turma do ProUni

Julho 27, 2009 por caicom

Por Élio Gaspari

Os pobres que entraram nas universidades privadas deram uma aula aos demófobos do andar de cima

A DEMOFOBIA pedagógica perdeu mais uma para a teimosa insubordinação dos jovens pobres e negros. Ao longo dos últimos anos o elitismo convencional ensinou que, se um sistema de cotas levasse estudantes negros para as universidades públicas, eles não seriam capazes de acompanhar as aulas e acabariam fugindo das escolas. Lorota. Cinco anos de vigência das cotas na UFRJ e na Federal da Bahia ensinaram que os cotistas conseguem um desempenho médio equivalente ao dos demais estudantes, com menor taxa de evasão. Quando Nosso Guia criou o ProUni, abrindo o sistema de bolsas em faculdades privadas para jovens de baixa renda (põe baixa nisso, 1,5 salário mínimo per capita de renda familiar para a bolsa integral), com cotas para negros, foi acusado de nivelar por baixo o acesso ao ensino superior. De novo, especulou-se que os pobres, por serem pobres, teriam dificuldade para se manter nas escolas. Os repórteres Denise Menchen e Antonio Gois contaram que, pela segunda vez em dois anos, o desempenho dos bolsistas do ProUni ficou acima da média dos demais estudantes que prestaram o Provão. Em 2004, os beneficiados foram cerca de 130 mil jovens que dificilmente chegariam ao ensino superior (45% dos bolsistas do ProUni são afrodescendentes, ou descendentes de escravos, para quem não gosta da expressão). O DEM (ex-PFL) e a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino foram ao Supremo Tribunal Federal, arguindo a inconstitucionalidade dos mecanismos do ProUni. Sustentam que a preferência pelos estudantes pobres e as cotas para negros (igualmente pobres) ofendiam a noção segundo a qual todos são iguais perante a lei. O caso ainda não foi julgado pelo tribunal, mas já foi relatado pelo ministro Carlos Ayres Britto, em voto memorável. Ele lembrou um trecho da Oração aos Moços de Rui Barbosa: “Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real”. A “Oração aos Moços” é de 1921, quando Rui já prevalecera com sua contribuição abolicionista. A discussão em torno do sistema de acesso dos afrodescendentes às universidades teve a virtude de chamar a atenção para o passado e para a
esplêndida produção historiográfica sobre a situação do negro brasileiro no final do século 19. Acaba de sair um livro exemplar dessa qualidade, é “O jogo da Dissimulação – Abolição e Cidadania Negra no Brasil”, da professora Wlamyra de Albuquerque, da Federal da Bahia. Ela mostra o que foi o peso da cor. Dezesseis negros africanos que chegaram à Bahia em 1877 para comerciar foram deportados, apesar de serem súditos britânicos. Negros ingleses negros eram, e o Brasil não seria o lugar deles. A professora Albuquerque transcreve em seu livro uma carta de escravos libertos endereçada a Rui Barbosa em 1889, um ano depois da Abolição. Nela havia um pleito, que demorou para começar a ser atendido, mas que o DEM e os donos de faculdades ainda lutam para derrubar: “Nossos filhos jazem imersos em profundas trevas. É preciso esclarecê-los e guiá-los por meio da instrução”. A comissão pedia o cumprimento de uma lei de 1871 que prometia educação para os libertos. Mais de cem anos depois, iniciativas como o ProUni mostraram não só que isso era possível mas que, surgindo a oportunidade, a garotada faria bonito.

Comissão do MEC propõe volta do estágio de jornalismo

Julho 23, 2009 por caicom

Destaque

Comissão do MEC propõe volta do estágio de jornalismo

Fonte: UOL Educação

Apesar do fim da obrigatoriedade do diploma, os candidatos a jornalistas que se interessarem por passar pela faculdade terão que estudar mais. A comissão que analisa as mudanças nas diretrizes curriculares do curso vai propor um aumento da carga horária das atuais 2.700 horas-aula para 3.200 horas-aula.

Além disso, deverá voltar a permissão para a realização de estágio em redações, proibida desde a década de 70. E o curso de jornalismo pode sair dos departamentos de comunicação das universidades. A comissão, que deverá entregar na próxima semana o relatório para o ministro da Educação, Fernando Haddad, pretende encorpar a formação dos jornalistas.

Por ter esperado a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que declarou nula a obrigatoriedade do diploma, os especialistas decidiram incentivar a criação de mestrados profissionais em jornalismo. “Isso permitiria a pessoas (com diploma) em outras áreas ter também a formação de jornalista. A comissão entende que há uma complexidade na área que exige formação específica”, disse o professor Eduardo Meditsch, coordenador do mestrado em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina e um dos membros da comissão.

A graduação também deverá ser mais complexa. A ampliação da carga horária será proposta para abranger não só as disciplinas regulares, mas mais 200 horas de estágio e algo mais para ser dedicado a outras atividades, como participação em congressos ou pesquisas. A própria graduação deverá sofrer alterações. Uma das ideias centrais da comissão é a necessidade de tirar o jornalismo da área da comunicação social, passando a ter diretrizes independentes, mais focadas na área.

Fonte: Site da Intercom

Enecos divulga carta contrária a exigência do diploma de jornalismo

Julho 15, 2009 por caicom

A Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (ENECOS) divulgou uma carta aos estudantes de Comunicação Social do país, onde explica porque a entidade é contrária a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão.

Vejam a integra da carta:

Carta da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação sobre a não-exigência de diploma para exercício do jornalismo.

O último dia 17 de junho foi marcante para o Jornalismo brasileiro. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por 8 votos a 1 pela não obrigatoriedade da exigência de diploma para o exercício da atividade jornalística. A Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação (Enecos) mais do que na obrigação de se manifestar, o faz por meio deste. Em seu último Congresso Brasileiro (Cobrecos) a Enecos teve como resoluções em relação ao diploma o seguinte:

69. Contra a obrigatoriedade da exigência do diploma de comunicação social em qualquer das suas habilitações.

Pelo aprofundamento da discussão sobre a regulamentação da profissão de comunicação alinhada em outros marcos, como exercício profissional que garanta a liberdade de expressão e que impeça a precarização da profissão, direcionando assim a luta para o fortalecimento da categoria e não para a exigência do diploma.

70. Por uma regulamentação de estágio acadêmico em que o estudante seja acompanhado tanto no local de trabalho quanto na universidade, com supervisão garantida na grade curricular. As IES e entidades da categoria devem fiscalizar e supervisionar a carga horária, o salário e se o estágio está proporcionando ao estudante, ou apenas configura mão-de-obra barata ao capital.

Ainda que a posição da Enecos seja contra a obrigatoriedade, é importante reforçar que esta posição é por motivos muito diferentes daqueles apresentados pelo presidente do STF Gilmar Mendes e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp). Assim como aqueles estudantes que defenderam a obrigatoriedade no interior da executiva o fizeram com críticas aos motivos alegados pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Os principais motivos da Enecos contra a obrigatoriedade são:

- A relação com as mídias alternativas. Muitos comunicadores populares surgem a partir de uma necessidade de comunicação do povo. É importante garantir a estes o direito à comunicação e ao fazer jornalístico. Terem o direito de noticiar sobre si e para si (seja uma comunidade, um movimento popular, estudantil ou outro).

- A crítica a uma luta corporativista. Reserva de mercado não resolve o problema do desemprego, apenas faz com que menos pessoas disputem as poucas vagas existentes. Uma luta corporativista faz com que os trabalhadores briguem entre si e não contra os reais culpados: os donos das empresas de comunicação que a cada dia cortam postos de trabalho na busca por maiores lucros.

- Diploma não é garantia contra precarização do trabalho. A exigência dele nunca impediu que as empresas utilizassem artifícios como a contratação de estagiários para substituir o jornalista (e não aprender), a contratação de jornalistas como “pessoa jurídica” entre outros. A luta contra a precarização deve ser ampla e ir para além da categoria de jornalistas.

Sendo esse o posicionamento da Enecos, é importante lembrar que este não é um debate fechado dentro da executiva e há ainda muita polêmica quanto a ele. Independente da questão específica do diploma, a Enecos avançou e há um acordo entre todos na executiva de que deve ser feita uma luta contra a precarização do trabalho do jornalista.

Há um acordo também que a desregulamentação total da profissão interessa aos grandes empresários da comunicação, pois assim quem decide é o “mercado” (embora a atual crise econômica tenha provado o desastre que é a “autoregulamentação do mercado” defendida pelos neoliberais).

Para tanto, discutimos uma regulamentação da profissão dentro dos seguintes marcos:

- A garantia da liberdade de imprensa. Se esta existe hoje no Brasil, não se dá na prática. Ainda que o jornalismo não seja a única prática possível de comunicação, é uma parte extremamente importante desta. A regulamentação da profissão não pode restringir mais ainda a liberdade de imprensa. Pelo contrário, deve ampliá-la e garanti-la de fato.

- Dentro da liberdade de imprensa e do direito à comunicação, é importante a discussão sobre uma nova lei de imprensa. A existência de regras que balizem a imprensa não é cerceamento de liberdade e sim a defesa ante o ímpeto das empresas. Para isto os espaços da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) são de grande importância.

Por último e mais importante, mais do que nunca jornalistas e estudantes precisam ter em mente o embate contra a precarização da profissão. A luta aliada à dos outros trabalhadores (sejam ou não da imprensa) é fundamental em uma categoria que é “pioneira em precarização” (por exemplo quando todos os trabalhadores lutavam contra a Emenda 3 em 2007, a Pessoa Jurídica já é realidade no jornalismo há muitos anos).

No entanto, a qualidade do trabalho do jornalista não pode significar maior exploração por parte de radialistas, estagiários, câmeras ou quaisquer outros trabalhadores. Se isso ocorrer, será uma derrota.

Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social

Ônibus para o Intercom – Curitiba

Julho 7, 2009 por Felipe da Costa
Estamos tentando conseguir um ônibus para ir ao Intercom, mas para isso precisamos de bastante alunos. Já que estamos entrando em período de férias criei este formulário para quem tiver o interesse de ir no evento. Lembrando que o Intercom acontece de 4 a 7 de setembro na Universidade Positivo, Curitiba. As inscrições tem preços variados, hoje, 7, é o último dia para se inscrever pagando R$100,00. Para inscrever artigo, a inscrição também precisa ser paga até hoje, mas a data de postagem é até dia 10 de julho.

Segue o link do formulário:

Acadêmicas de Jornalismo recebem prêmio no Expocom Sul

Maio 30, 2009 por Felipe da Costa

As acadêmicas de Jornalismo Gabriela Azevedo Forlin e Jéssica Martinez Feller venceram a fase sul do Expocom nas categorias Produção Multimídia e Jornalismo Opinativo, respectivamente. O Expocom é um seminário de pesquisa experimental em comunicação voltado a trabalhos realizados por acadêmicos de graduação. O evento faz parte da programação do Intercom Sul, realizado este ano em Blumenau de 28 a 30 de maio.

Gabriela ganhou o prêmio pela reportagem “Qual o futuro da praia Brava?”, publicada na revista mensal multimídia do grupo de pesquisa Monitor de Mídia. Jéssica ganhou sua categoria pela crônica escrita em sala de aula “Josué que não estava lá”.

Este prêmio classificou as acadêmicas para a fase nacional do Expocom, em que vão disputar com acadêmicos das regiões Sudeste, Centro-oeste, Norte e Nordeste, que acontece de 4 a 7 de setembro em Curitiba.

Felipe da Costa

Caicom tem nova diretoria

Maio 21, 2009 por caicom

A nova diretoria do Caicom tomou posse no último dia 13 de maio. Eleita em novembro de 2008, a chapa Integração vai cumprir o mandato até maio de 2010. Na pauta de compromissos está a continuidade de uma gestão vencedora que está sempre ao lado dos interesses dos estudantes.

Conheça a nova diretoria:

Presidente: Ricardo Aoki

Vice-Presidente Jornalismo: Carlos Alberto Magagnin

Vice-Presidente Relações Públicas: Denise Kapazi de Sousa

Vice-Presidente de Publicidade: Pablo Vanelli

Secretária de Jornalismo: Caroline Esser

Secretária de Relações Públicas: Adriana Mondini

Secretária de Publicidade e Propaganda: Ana Amélia Petkov

Tesouraria: Christian de Aquino Schlögl

Diretoria de Comunicação: Patrizia Araceli Krieser

Diretoria de Movimento Estudantil: Ricardo de Souza

Diretoria de Eventos: Roberta de Souza

Diretoria Plena: Fabio Maglioni Mirapalhete, Samuel Machado, Tais Rosana Moser

Veja as fotos da posse:

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Tesouraria

Maio 12, 2009 por caicom

Aos alunos integrantes do Centro Acadêmico Integrado da Comunicação – Caicom, ou seja todos os alunos matriculados nas habilitações do curso de comunicação social, segue a prestação de contas da atual gestão referente ao mês de ABRIL de 2009. O livro caixa pode ser conferido, bem como todas as entradas e saídas, na sala 105 do Centro, bloco 12.

Prestação de contas ABRIL 2009

Saldo de Março 2009
114,35

Receitas
40,00 Entrada carteirinhas
Total receitas
154,35
Despesas
54,15 Despesas
58,45 Papel + pg carteirinha
Total de despesas
112,60

Saldo de MARÇO de 2009
41,75

Christian de Aquino Schlögl
Tesoureiro do Caicom-2008/2009
12 de MAIO de 2009

Ex-presidente do Caicom está entre os selecionados do Profissão Reporter

Maio 8, 2009 por caicom

6334603A jornalista Marina Andrade, está entre os 30 semifinalistas da seletiva do programa “Profissão Repórter”, da rede Globo. Formada pela Univali no final do ano passado, Marina mora em Joinville desde setembro e atua em uma agência de comunicação. O vídeo, gravado no mirante da cidade, pode ser conferido em globo.com/profissaoreporter. A próxima etapa do processo será uma entrevista com o criador do programa, Caco Barcellos. Boa sorte para ela.

(Fonte: Jornal A Notícia)

Marina Andrade foi presidente do Caicom na gestão 2006/2007, por isso desejamos sorte na entrevista. Estamos torcendo para que ela seja a vencedora.

Você vai no Churrascom?

Abril 17, 2009 por caicom